Posts tagged ‘valorização’

abril 22, 2012

O Fisco, sua missão e imagem

É hora de refletirmos sobre o que nos falta para assegurar perante o Estado e a sociedade que nossa carreira é digna do status de típica e exclusiva, além de indispensável

Existem classes, dentre as típicas e exclusivas de Estado, que reafirmam seu status como tal, figurando diariamente na mídia, proclamando alto e bom som sua atividade de inteligência e repressão: Ministério Público, Receita Federal e polícia Federal. São irregularidades, fraudes, corrupções e um sem número de descobertas que, veiculadas na mídia, projetam uma imagem de eficácia dessas carreiras, com reflexos positivos no Governo, na sociedade e de temor dos indiciados e dos potenciais infratores, que pensarão duas vezes antes de fraudar.

Ao contrário, a ostentação dos feitos eletrônicos como vitrine de nossa ação, além de projetar uma imagem nossa de crédulos do bom comportamento do contribuinte, ainda dá a entender ser desnecessária a ação fiscal propriamente dita. Fabiana Lopes Pinto, então assessora da presidência do Instituto dos Advogados de São Paulo – IASP e professora de direito tributário da FAAP, em artigo publicado no Valor Econômico, de 20 de junho de 2007, ao comentar os efeitos positivos do Sistema Público de Escrituração Fiscal – SPED,

… a mais nova estratégia de fiscalização… [sua implantação poderá] culminar em autuações sem depender de pessoas físicas para fiscalizar internamente cada empresa, o que elimina a corrupção neste campo

Enquanto nos limitarmos a agir como coletores de dados ou simplesmente a apurar a sonegação escritural confessada, pouco será acrescentado à nossa missão de fiscalização do tributo e nada na de combate a fraudes. É hora de refletirmos sobre o que nos falta para assegurar perante o Estado e a sociedade que nossa carreira é digna do status de típica e exclusiva, além de indispensável. No momento em que consigamos provar nossa importância, doa a quem doer – a mídia está aí sequiosa para divulgar furos de reportagem – o Governo buscará o diálogo conosco, sem a necessidade de grandes manifestações.  […] Leia o artigo completo

abril 3, 2012

Treinees de elite na área tributária ganham até R$ 20 mil

Mudanças na legislação tributária e a adoção de novos sistemas digitais exigem maior qualificação

Para baratear o custo com mão de obra na área fiscal, as empresas iniciaram um novo movimento constatado nas áreas tributária e fiscal: a “disseminação” de talentos. Consultores de Recursos Humanos e do setor fiscal explicam que, na prática, isso significa contratar um profissional mais qualificado, com salário na faixa de R$ 20 mil, para “dividir” seu conhecimento e experiência com integrantes de sua equipe.

Henrique Gasperoni, diretor de projetos e operações do Confeb (Conselho Fiscal Empresarial Brasileiro), diz que

O que temos visto é a empresa contratar profissionais com mais de dez anos de experiência com salários na faixa de R$ 15 mil a R$ 20 mil e usá-los para treinar a equipe. É a chamada disseminação de talentos

MUDANÇAS NA LEGISLAÇÃO – Além da qualificação, outros dois fatores são apontados pelas empresas para pressionar o custo da contratação: as mudanças constantes na legislação tributária e a adoção de sistemas digitais mais complexos exigem mais gastos com a admissão de executivos mais experientes em seus quadros.

Segundo o presidente da Abracont (Associação Brasileira dos Contabilistas), Valdir Jorge Mompean, o tamanho das equipes no setor fiscal também cresceu. Empresas de médio porte tinham em média cinco profissionais em departamentos que cuidam de assuntos tributário e fiscal. Marcelo Ferrari, diretor de negócios da Mercer, a maior consultoria de RH do mundo diz

Se uma empresa não tem os profissionais adequados não consegue crescer e competir. Paga mais para ter um bom profissional dessa área fiscal e tributária, porque, se ele consegue fazer um planejamento tributário adequado, a empresa sabe que poderá economizar até milhões […] Leia mais
novembro 24, 2011

Calabi faz balanço do quadrimestre na Alesp

Deputados questionam os número modestos para a conta investimentos

O secretário da Fazenda Andréa Calabi apresentou à Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento o relatório de gestão fiscal relativo ao 2º quadrimestre de 2011. Em resultados, R$ 73,4 bilhões de despesas, para R$ 93 bilhões de receitas para o quadrimestre considerado. A conta de investimentos, entretanto, apresentou números modestos, da ordem de R$ 7,5 bilhões, o que provocou críticas dos membros da comissão mas que Calabi rebateu atribuindo o baixo investimento ao primeiro ano da administração, o que, segundo ele, é normal. Também o superávit orçamentário previsto para 2011, da ordem de R$ 19,8 bilhões, recebeu críticas por estar subestimado.

Na sessão de Principais Medidas de Gestão o secretário abordou a valorização dos servidores públicos, a autorização para abertura de concursos públicos na área da Educação, Segurança e Saúde, e nas mudanças na previdência baseadas no PL 840/2011 (complementação por parte dos servidores que ganham acima do teto do RGPS e contribuição paritária de até 7,5% da retribuição) […] Leia mais

março 10, 2011

Custo de US$ 1,00 x Benefício de US$ 6,66

Fisco americano arrecadará menos US$ 4 bilhões após corte no orçamento de US$ 600 milhões

O Blog Freakonomics mostra uma estimativa do IRS (equivalente da Receita Federal do Brasil) no qual um corte de 600 milhões no orçamento corresponde a uma queda de 4 bilhões na arrecadação.

Fonte: Blog Freakonomics (em inglês)

Blog do AFR: Podemos concluir que melhor seria dizer “Economia de US$ 1,00 x Prejuízo de US$ 6,66”

Colaboração enviada

fevereiro 18, 2011

Campanha institucional do Sindafep

A iniciativa tem como objetivo promover a valorização da categoria fiscal junto à população e aos órgãos governamentais. Os auditores fiscais são os profissionais responsáveis por arrecadar e fiscalizar o pagamento dos impostos estaduais e coibir a sonegação fiscal. A realização desse trabalho assegura que os recursos necessários para o financiamento de políticas públicas cheguem aos cofres públicos e possam viabilizar ações em diversas áreas, como educação, saúde, segurança, transporte e infraestrutura.

A valorização dos profissionais e do trabalho de auditoria também intenciona colaborar na promoção da educação fiscal da população paranaense, pautada na conscientização sobre a importância de combater a sonegação e que se tenha a noção da importância da correta aplicação dos recursos públicos.

Áudio

Fonte: Sindafep